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segunda-feira, 11 de maio de 2009
Crise e Turbulência Global? Hora de "Arrumar a Casa"

domingo, 3 de maio de 2009
sexta-feira, 27 de março de 2009
Com a Palavra... Informativo PROJETO PESCAR

1. Queremos começar nossa entrevista falando sobre Liderança Emocional. Qual a definição?
Primeiramente, é importante entender o significado da palavra 'emoção', que tem sua origem na composição de duas palavras do latim: ex/e, que significa 'de dentro para fora' e motio que significa 'movimento'. Desta forma, a Liderança Emocional trata do desenvolvimento da liderança que ocorre através de um 'movimento' de 'dentro para fora', ou seja, pelo íntimo de cada indivíduo - seus modelos mentais, seu caráter e seus motivos. Todos somos líderes, seja no papel de um pai, como um gestor em uma empresa, como um líder de equipe, um professor ou em uma situação inusitada. Em ultima análise, todos são líderes de si mesmos. Liderar significa conquistar pessoas, envolvê-las de forma que coloquem coração, mente, espírito, criatividade e excelência a serviço de um objetivo comum. Para conquistar esta maestria, o líder precisa primeiramente esenvolver o seu autoconhecimento, pois toda vitória particular precede a vitória pública.
Todo ser humano nasce com a faculdade de ser inteligente, mas não nasce inteligente, da mesma forma que nasce com a faculdade de falar, mas não nasce falando. As pessoas nascem com a faculdade de realizar coisas, quaisquer coisas, das mais simples as mais complexas, da mesma forma que nascemos com a faculdade de liderança, mas precisamos transformá-la em ação!
Liderança não é um fator genético. Não são traços de personalidade que nos tornam líderes. Ninguém nasce líder, assim como ninguém nasce músico, poeta, pintor, etc. Alguns têm maior facilidade em desenvolver certas habilidades de liderança do que outros, mas estas devem ser aprimoradas sempre! Por todos! Sendo assim, certamente, o líder que terá maior chance de sucesso, será aquele que estuda e pratica muito e, acima de tudo, tem consciência de que este processo de aprendizagem é contínuo.
Aprender e não 'fazer' na verdade é não aprender!
Saber e não 'fazer' na verdade é não saber!
3. O que é inteligência emocional? Todo o líder a tem?
Inteligência Emocional corresponde à maneira como uma pessoa gerencia as emoções em si e no relacionamento com outros. Este fator é simplesmente decisivo para obtermos o sucesso em nossas vidas.
Utilizamos as emoções para estabelecer confiança, ter motivação, adequar a melhor resposta em função do interlocutor e da situação, articular a inteligência cognitiva, focar a atenção, perseverar frente às dificuldades e ter uma postura otimista.
Nem todos os líderes são inteligentes emocionalmente. Ainda estamos evoluindo nesse sentido. É comum conhecermos líderes imaturos e inseguros, que não conseguem lidar positivamente com as mudanças exigidas, colocando em risco espaços conquistados, credibilidade, relacionamentos saudáveis e negócios para suas empresas. Bons líderes, seguramente, têm altos níveis de inteligência emocional.
4. O líder é sempre aquele indivíduo que se destaca no grupo que convive tanto no trabalho como no social?
Existem excelentes líderes que são mais reservados, ouvintes e inovadores. Praticamente todos os líderes têm hábitos ou habilidades que se destacam em suas áreas de atuação, ou até mesmo em sua vida pessoal. Invariavelmente, você vai aprender algo convivendo com um líder.
5. Com frequência se percebe uma dificuldade em entender a diferença entre 'eficiência' e 'eficácia'. Poderiam esclarecer?
É verdade. Acreditamos que os conceitos se complementem. Ser eficiente é fazer o que está sendo exigido, de uma forma padrão, já conhecida e que dá resultados. É fazer algo bem feito. Para ser eficaz é preciso ir um pouco além. Você questiona: o que de fato precisa ser feito e qual é a melhor maneira de chegar lá? Tanto o processo quanto o resultado são beneficiados, pois são enriquecidos de ideias e contribuições novas. Assim, você faz a coisa certa, maximiza recursos e tem um resultado superior, podendo resolver problemas complexos, novos e superar as expectativas.
6. Qual o papel do líder na adversidade? Qual a relação entreadversidade, motivação e mudança?
Esta pergunta ajuda a ilustrar o que queremos reforçar com a necessidade de desenvolvimento da autoconsciência do líder, pois muitas vezes ele mesmo acaba sendo a fonte geradora de adversidades dentro de sua equipe, ou contribui para o aumento do impacto e perpetuação destas.
O líder deve ter a capacidade de avaliar as adversidades tendo a responsabilidade de manter a si próprio e a sua equipe motivados, para que juntos possam chegar à resolução dos problemas envolvidos. Deve utilizar estas situações para o seu próprio crescimento e o de seus liderados, gerando sinergia e mudanças na capacidade de todos conviverem com as adversidades. Resumidamente falando, a motivação gerada pelo líder diante das adversidades pode ser um fator gerador de mudanças positivas e de crescimento.
7. Vocês têm alguma dica de leitura para os Jovens Pescar nesta linha?
Abaixo indicamos aos Jovens do Pescar alguns livros interessantes e indispensáveis para qualquer carreira profissional. Ficamos à disposição caso queiram entrar em contato para esclarecer dúvidas ou dar sugestões. Desejamos sucesso a todos e que cada um possa reconhecer o papel importante que desempenha como líder em nossa sociedade.
*COVEY, Stephen R. Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes.
*ELLIS, Albert. Como conquistar sua própria felicidade.
*GOLEMAN, Daniel. Inteligência Emocional: a teoria revolucionária que redefine o que é
ser inteligente.
*HUNTER, James C. O Monge e o Executivo: uma história sobre a essência da liderança.
domingo, 22 de março de 2009
sábado, 21 de março de 2009
Melhores empresas para os líderes em 2008
São apresentados os atributos que tornam essas companhias conhecidas pelas grandes lideranças e uma série de boas práticas para ajudar as organizações e seus líderes a navegar diante os desafios trazidos pela desaceleração econômica, bem como principais dicas para se prepararem para a retomada.
Quando questionado o que as empresas mais valorizam em seus líderes, 83 por cento das melhores da classe, em comparação com outras organizações responderam: "execução". As organizações valorizam os líderes que possam alcançar resultados através de outros. Esses líderes criam um clima em que as pessoas sabem exatamente o que se espera delas. Em tempos ideais, os resultados da pesquisa revelaram que as pessoas valorizam os estilos autoritário e democrático de liderança, em comparação com os outros quatro estilos, coercivo, agregador, mobilizador e coaching. Em tempos econômicos difíceis, os trabalhadores desejam mais comunicação e clareza sobre as metas. Eles querem que seus líderes se tornem mais visíveis e liderem do “front”. Tipicamente os estilos de liderança que realizam isso incluem o autoritário, coercivo e mobilizador quando necessário.
- Liderança é crítica em tempos difíceis:
* Sustenta através dos tempos de baixa
* Prepara para os tempos de alta
- O desenvolvimento da liderança deve ser planejado! Não acontece por acaso!


quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Vídeo Oficial - Earth Hour 2009
A Hora do Planeta é um ato simbólico no qual governos, empresas e a população de todo o mundo são convidados a demonstrar sua preocupação com o aquecimento global e as mudanças climáticas. O gesto simples de apagar as luzes por sessenta minutos, possível em todos os lugares do planeta, tem o significado de chamar para uma reflexão sobre o tema ambiental.
Conhecido mundialmente como Earth Hour, a Hora do Planeta será promovida no País pela primeira vez pelo WWF-Brasil e conta com a adesão e apoio do Rio de Janeiro , a primeira cidade brasileira a aderir à iniciativa.
Em 2009, a Hora do Planeta será realizada no dia 28 de março, das 20h30 às 21h30, e pretende contar com a adesão de mais de mil cidades e 1 bilhão de pessoas em todo o mundo. Mais de 170 cidades de 62 países já confirmaram sua adesão à Hora do Planeta.
Realizada pela primeira vez em 2007, a Hora do Planeta contou com a participação de 2,2 milhões de moradores de Sidney, na Austrália. Já em 2008, o movimento contou com a participação de 50 milhões de pessoas, de 400 cidades em 35 países. Simultaneamente apagaram-se as luzes do Coliseu, em Roma, da ponte Golden Gate, em São Francisco e da Opera House, em Sidney, entre outros ícones mundiais.
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Ser ético ou bem-sucedido?
Pense em uma pessoa que você tenha admiração. O que faz você admirá-la? Reflita por um instante. Bem, tenho feito essa pergunta para muitas pessoas e geralmente as respostas são determinação, coragem, amor, alegria, honestidade, ousadia e humildade. Interessante é que essas características não estão relacionadas diretamente com resultados, e sim com a forma como as coisas são feitas. Portanto, as características estão relacionadas com a expressão de valores, que dependem apenas de comportamentos pessoais, ou seja, estão sob nosso controle.
Stephen Covey é uma referência neste assunto. Afirma que, se nossos valores estão alinhados com princípios universais, algo importante está sendo feito, motivo de orgulho para si mesmo e para os outros. Princípios são leis naturais comprovadas e validadas por si próprias, tais como integridade, justiça e confiança. As características mais admiradas são derivações destes princípios. Quando aplicados consistentemente, se tornam hábitos comportamentais, permitindo transformações fundamentais em indivíduos, relacionamentos e organizações.
Em pesquisa divulgada pela Você S/A, a adaptabilidade é apontada como a competência mais requisitada pelo mercado. Covey aponta uma abordagem: “em tempos de turbulência permanente, todos têm que ter algo dentro de si, sobre o que estão tentando fazer e quais são os princípios que estão operando. Se as pessoas estiverem centradas em princípios que formem uma espécie de núcleo imutável, isso lhes dará a capacidade de lidar com as mudanças dinâmicas que as cercam”.
O alinhamento dos valores organizacionais com as práticas e processos deve ser uma prioridade para o líder. Ele tem a responsabilidade de identificar, comunicar e educar as pessoas em torno dos princípios corretos, começando pelo exemplo.
Tudo que é uma questão de treino. Para conseguir exercitar virtude, caráter e uma vida justa, está implícito o desafio à nossa capacidade de equilibrar razão e emoção.
O resultado pode ser uma cultura forte, adaptável e dinâmica, capaz de sobrevier às exigências futuras.
Quando conheci Fred Kofman em uma palestra, ele apresentou a frase: “Guerreiro encara tudo como um desafio, o homem comum encara como uma benção ou maldição”. Não podemos escolher o que acontece conosco, mas podemos escolher como nos comportamos com o que acontece. Está sob nosso controle.
Fiquei fascinado quando percebi que para ter credibilidade pessoal e organizacional, a honestidade é essencial, mas não suficiente. É preciso ser competente, o que ajuda a resolver o dilema apresentado no início.
Ser ético é uma questão de princípios. Alinhados com o desenvolvimento de competências, oferece condições de responder a altura dos desafios, determinando o sucesso.
Para evitar desvios de rumo, passei a carregar uma bússola e economizar tempo em falsos dilemas. Esse em especial está solucionado: Ser ético e bem sucedido.